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Blog de EduardoRibeiroAlves

«No uso da minha livre opção de escrever com lealdade, gosto, amor e... combate!»

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«No uso da minha livre opção de escrever com lealdade, gosto, amor e... combate!»

Estar (ser) solto dos cabrestos.

 Ser escravo da razão, do arquétipo, do eticamente correcto e definido, é viver na rotina insípida e aborrecida. A energia da vida tempera-se no desafio e no rasgar das normas poeirentas, reinventando novas formas de sentir as relações, o amor e a própria utopia. Preconceitos (meros sepulcros caiados, lindos por fora, mas cheios de podridão no seu interior), são frutos duma Ética passada, criadora duma moral caracterizada pela certeza vaidosa da verdade; só que o evoluir dos tempos veio provar que não é na ordem, no organizado ou moralizado, no preconceito, na norma ou no tabu, que está a nossa evolução da vida. Esta só se engrandece, evolui e se saboreia em toda a sua deliciosa plenitude, quando se sabe ser sábia e cuidadosamente aleatório! Porém o combate mais difícil de vencermos é sempre o que é travado contra nós-próprios, sobretudo quando a Razão nos tenta alarmar pelo nosso sonho, o nosso desejo, ou a nossa própria tentação não estarem de acordo com a norma da evolução da nossa espécie!... Por isso mesmo é que quebrarmos e soltarmo-nos dos cabrestos que nos teimam impôr à força é sempre difícil, mas vale bem a pena, porque não ficamos emburrecidos!

publicado às 13:45

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